Ambiental:
- comprometimento da fauna e da biodiversidade com a redução do número de indivíduos de algumas espécies de peixes;
- diminuição de estoques pesqueiros (peixes de maior valor econômico);
- aterros, desmatamentos e barragens para obras de infra-estrutura para turistas;
- poluição dos rios por esgotos domésticos e resíduos das embarcações;
- circulação de embarcações motorizadas (lanchas) nos estuários, afugentando os peixes, pondo em risco a vida dos pescadores e ameaçando a reprodução das espécies que realizam parte de seu ciclo de vida nos estuários;
- invasão de áreas de praias;
- retirada de areia dos rios;
- pesca predatória com o uso de produtos e apetrechos proibidos: pesca com bomba considerada de alto valor destrutivo, afetando a fauna, a flora e o substrato de fundo; pesca com rede de malha fina; pesca com rede de arrasto e em épocas proibidas; pesca com explosivos, com cloro, com água sanitária e com venenos.
Social:
- se o turismo representar um ponto muito forte na geração de renda do local é possível que haja uma massificação turística na área e que a população comece a dedicar-se exclusivamente a viver de negócios relacionados ao turismo;
- o maior problema é a sazonalidade, ou seja, existem períodos em que a pesca é proibida pelo IBAMA por causa da época de reprodução dos peixes e, neste caso, a falta de visitantes pode gerar problemas econômicos e sociais à população nativa;
- os preços sobem por causa do turismo e a população nativa não consegue competir com os gastos dos turistas.
Cultural:
- a população percebe que o turismo é uma boa fonte de renda e acaba dedicando-se muito ao turismo adaptando e transformando seus costumes para atender ao turista ou mesmo tentando imitá-lo.
Econômico:
- a população abandona a fonte geradora de economia que antes possuía, mas que gerava pouca renda, para dedicar-se aos negócios relacionados ao turismo, gerando muita concorrência no meio;
- especulação imobiliária;
- aumento dos preços do comércio.
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