A indústria do turismo gera empregos, aumenta a renda e a entrada de divisas estrangeiras, estimula o investimento de capital e gera oportunidades para criação de pequenos e grandes negócios. Estimula também a ligação da política e economia local, regional, nacional e global.
A atividade de pesca amadora se transformou em uma indústria cada vez mais forte, que movimenta anualmente milhões de dólares em segmentos tão diversos como importação e exportação, a aqüicultura, o turismo e a mídia especializada.
De acordo com o Guia de Pesca Amadora (2001), um exemplo das potencialidades da pesca esportiva como fonte geradora de empregos e receita é os Estados Unidos. Segundo a National Survey of Fishing, Hunting and Wildlife, são gastos anualmente U$ 38 bilhões em atividades diretamente ligadas à pesca esportiva, com cerca de 37,5 milhões de pescadores esportivos licenciados, cuja demanda de serviços gera 1,2 milhão de empregos diretos. Nesse contexto, o gerenciamento a atividade é capaz de gerar receitas significativas, ao viabilizar recursos não só para o seu próprio desenvolvimento mas também para a aplicação em outros setores como turismo e meio ambiente.
A pesca é uma atividade que requer técnica e paciência, e encontra no Brasil condições propícias para prática em razão da extensa e variada malha fluvial e costa marítima, aliada a uma grande diversidade de peixes e áreas relativamente preservadas para atrair o pescador amador que ainda não explora adequadamente toda a potencialidade. O país possui grande atratividade para a prática de esportes, o lazer, a recreação e o desenvolvimento de atividades voltadas para o turismo, porém até hoje bastante inexploradas.
Turismo de Pesca
Site sobre turismo de pesca, pesca esportiva, pesca turística.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Mercado do Turismo de Pesca
A pesca não é uma atividade recente, porém, o turismo de pesca é um segmento relativamente novo e possui poucos concorrentes. Muitos turistas procuram por este tipo de viagem e as agências e operadoras turísticas estão se especializando em atender a este tipo de turismo onde a demanda é a clientes de renda elevada e que estão dispostos a pagar os preços praticados pelo mercado para praticar o seu esporte favorito aliado ao bem-estar que sentem pelo contato com a natureza.
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Bacia do São Francisco
A Bacia do Rio São Francisco é a terceira bacia hidrográfica do Brasil e a única totalmente brasileira. . Drena uma área de 640.000km2 e ocupa 8% do território nacional. Cerca de 83% da bacia encontra-se nos Estados de Minas Gerais e Bahia, 16% em Pernambuco, Sergipe e Alagoas e 1% em Goiás e Distrito Federal.
O Rio São Francisco tem 36 tributários de porte significativo, dos quais apenas 19 são perenes. Os principais contribuintes são os da margem esquerda, rios Paracatu, Urucuia, Carinhanha, Corrente e Grande, que fornecem cerca de 70% das águas em um percurso de apenas 700km. Na margem direita, os principais tributários são os rios Paraopeba, das Velhas, Jequitaí e Verde Grande. A Bacia do São Francisco é dividida em quatro regiões: Alto São Francisco, das nascentes até Pirapora-MG; Médio São Francisco, entre Pirapora e Remanso-BA; Submédio São Francisco, de Remanso até a Cachoeira de Paulo Afonso; e, Baixo São Francisco, de Paulo Afonso até a foz no oceano Atlântico.
Desde as nascentes e ao longo de seus rios, a Bacia do São Francisco vem sofrendo degradações com sérios impactos sobre as águas e, consequentemente, sobre os peixes. A maioria dos povoados não possui nenhum tratamento de esgotos domésticos e industriais, lançando-os diretamente nos rios. Os despejos de garimpos, mineradoras e indústrias aumentam a carga de metais pesados, incluindo o mercúrio, em níveis acima do permitido. Na cabeceira principal do Rio São Francisco, o maior problema é o desmatamento para produção de carvão vegetal utilizado pela indústria siderúgica de Belo Horizonte, o que tem reduzido as matas ciliares a 4% da área original. O uso intensivo de fertilizantes e defensivos agrícolas também tem contribuído para a poluição das águas. Além disso, os garimpos, a irrigação e as barragens hidrelétricas são responsáveis pelo desvio do leito dos rios, redução da vazão, alteração da intensidade e época das enchentes, transformação de rios em lagos etc. com impactos diretos sobre os recursos pesqueiros.
Já foram identificadas 152 espécies de peixes nativos da bacia. Entre as espécies nativas mais importantes nos rios e lagoas naturais da bacia destacam-se as migradoras, curimatã-pacu Prochilodus marggravii, dourado Salminus brasiliensis, surubim Pseudoplatystoma corruscans, matrinxã Brycon lundii, mandi-amarelo Pimelodus maculatus, mandi-açu Duopalatinus emarginatus, pirá Conostome conirostris e piau-verdadeiro Leporinus elongatus, e as sedentárias, pacamão Lophiosilurus alexandri, piau-branco Schizodon knerii, traíra Hoplias malabaricus, corvinas Pachyurus francisci e P. squamipinnis, piranha-vermelha Pygocentrus nattereri e piranha-preta Serrasalmus piraya. Muitos gêneros de peixes encontrados na bacia do São Francisco são comuns às bacias amazônica e do Prata. O dourado é um pouco maior que a espécie da bacia do Prata, alcançando 30kg e 1,50m de comprimento. Os pintados são famosos pelo tamanho que atingem, mais de 100kg, embora peixes desse porte não sejam muito comuns.
Apesar dos sérios problemas ambientais que se observam na bacia do São Francisco, algumas áreas ainda oferecem condições para uma boa pescaria. Dourados, surubins, matrinxãs, piaparas, curvinas, traíras, mandis, pirá (um bagre endêmico da bacia), tucunarés (introduzidos em alguns reservatórios e no baixo São Francisco), e outras espécies introduzidas e bem sucedidas podem ser capturadas em suas águas, freqüentadas principalmente por pescadores de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Distrito Federal.
O Rio São Francisco tem 36 tributários de porte significativo, dos quais apenas 19 são perenes. Os principais contribuintes são os da margem esquerda, rios Paracatu, Urucuia, Carinhanha, Corrente e Grande, que fornecem cerca de 70% das águas em um percurso de apenas 700km. Na margem direita, os principais tributários são os rios Paraopeba, das Velhas, Jequitaí e Verde Grande. A Bacia do São Francisco é dividida em quatro regiões: Alto São Francisco, das nascentes até Pirapora-MG; Médio São Francisco, entre Pirapora e Remanso-BA; Submédio São Francisco, de Remanso até a Cachoeira de Paulo Afonso; e, Baixo São Francisco, de Paulo Afonso até a foz no oceano Atlântico.
Desde as nascentes e ao longo de seus rios, a Bacia do São Francisco vem sofrendo degradações com sérios impactos sobre as águas e, consequentemente, sobre os peixes. A maioria dos povoados não possui nenhum tratamento de esgotos domésticos e industriais, lançando-os diretamente nos rios. Os despejos de garimpos, mineradoras e indústrias aumentam a carga de metais pesados, incluindo o mercúrio, em níveis acima do permitido. Na cabeceira principal do Rio São Francisco, o maior problema é o desmatamento para produção de carvão vegetal utilizado pela indústria siderúgica de Belo Horizonte, o que tem reduzido as matas ciliares a 4% da área original. O uso intensivo de fertilizantes e defensivos agrícolas também tem contribuído para a poluição das águas. Além disso, os garimpos, a irrigação e as barragens hidrelétricas são responsáveis pelo desvio do leito dos rios, redução da vazão, alteração da intensidade e época das enchentes, transformação de rios em lagos etc. com impactos diretos sobre os recursos pesqueiros.
Já foram identificadas 152 espécies de peixes nativos da bacia. Entre as espécies nativas mais importantes nos rios e lagoas naturais da bacia destacam-se as migradoras, curimatã-pacu Prochilodus marggravii, dourado Salminus brasiliensis, surubim Pseudoplatystoma corruscans, matrinxã Brycon lundii, mandi-amarelo Pimelodus maculatus, mandi-açu Duopalatinus emarginatus, pirá Conostome conirostris e piau-verdadeiro Leporinus elongatus, e as sedentárias, pacamão Lophiosilurus alexandri, piau-branco Schizodon knerii, traíra Hoplias malabaricus, corvinas Pachyurus francisci e P. squamipinnis, piranha-vermelha Pygocentrus nattereri e piranha-preta Serrasalmus piraya. Muitos gêneros de peixes encontrados na bacia do São Francisco são comuns às bacias amazônica e do Prata. O dourado é um pouco maior que a espécie da bacia do Prata, alcançando 30kg e 1,50m de comprimento. Os pintados são famosos pelo tamanho que atingem, mais de 100kg, embora peixes desse porte não sejam muito comuns.
Apesar dos sérios problemas ambientais que se observam na bacia do São Francisco, algumas áreas ainda oferecem condições para uma boa pescaria. Dourados, surubins, matrinxãs, piaparas, curvinas, traíras, mandis, pirá (um bagre endêmico da bacia), tucunarés (introduzidos em alguns reservatórios e no baixo São Francisco), e outras espécies introduzidas e bem sucedidas podem ser capturadas em suas águas, freqüentadas principalmente por pescadores de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Distrito Federal.
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Bacia do Prata
A Bacia do Prata é a segunda maior bacia da América do Sul. É formada pelos Rios Paraguai, Paraná e Uruguai que juntos drenam uma área correspondente a 10,5% do território brasileiro, com 3,2 milhões de km². Das cabeceiras até a foz, atravessa quatro países: Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai. No Brasil, abrange os Estados Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os principais tributários do rio Paraguai são os rios Jauru, Cuiabá, São Lourenço, Piquiri, Taquari, Negro, Miranda, Aquidauana, Sepotuba e Apa.
Da porção brasileira, 207.249km² pertencem ao Estado de Mato Grosso do Sul e 189.551km² a Mato Grosso. Desta área, 64% corresponde a planaltos e 36% ao Pantanal Matogrossense, situada na região Centro-Oeste do Brasil.
As cheias do Pantanal ocorrem em conseqüência das chuvas locais e estão relacionadas a problemas de drenagem, que dificultam o escoamento das águas. O Pantanal é famoso pela grande quantidade e diversidade de animais, principalmente animais aquáticos (aves pernaltas e mergulhadoras, jacarés e peixes). As espécies mais capturadas pelos pescadores amadores são: pacu, pintado, cachara, piranha, piavuçu, barbado, dourado, jaú, curimbatá, piraputanga, jurupensém, jurupoca, e tucunaré (peixe da bacia amazônica introduzido em algumas áreas do Pantanal).
Em virtude da abundância e diversidade de peixes, a pesca sempre foi uma atividade econômica tradicional no Pantanal. A partir de meados da década de 80, o setor turístico se estruturou para oferecer transporte, hospedagem e serviços especializados para o pescador amador, que se tornou seu principal cliente. Cerca de 56.000 pescadores amadores, principalmente de São Paulo, Paraná e Minas Gerais, visitaram o Mato Grosso do Sul em 1998. Dados do mesmo período indicam que a maior captura ocorreu nos meses de outubro a novembro (época de cheia), nos rios Paraguai, Miranda, Taquari e Aquidauana.
O Rio Paraná, principal formador da Bacia do Prata, é o décimo maior do mundo em descarga, e o quarto em área de drenagem, drenando todo o centro-sul da América do Sul, até a Serra do Mar, nas proximidades da costa atlântica. Os principais tributários do Rio Paraná são o Grande e o Paranaíba (formadores), Tietê, Paranapanema e Iguaçu. Existem mais de 130 barragens na bacia, considerando apenas aquelas com alturas superiores a 10m, que transformaram o Rio Paraná e seus principais tributários (Grande, Paranaíba, Tietê, Paranapanema e Iguaçu) em uma sucessão de lagos.
O Rio Uruguai nasce na divisa do Rio Grande do Sul com Santa Catarina, na junção dos rios Canoas e Pelotas, e possui cerca de 1500km de extensão. O trecho de 625kmm entre Borba e Uruguaiana é navegável. A pesca amadora ainda não é muito praticada na bacia, apesar do grande potencial.
Da porção brasileira, 207.249km² pertencem ao Estado de Mato Grosso do Sul e 189.551km² a Mato Grosso. Desta área, 64% corresponde a planaltos e 36% ao Pantanal Matogrossense, situada na região Centro-Oeste do Brasil.
As cheias do Pantanal ocorrem em conseqüência das chuvas locais e estão relacionadas a problemas de drenagem, que dificultam o escoamento das águas. O Pantanal é famoso pela grande quantidade e diversidade de animais, principalmente animais aquáticos (aves pernaltas e mergulhadoras, jacarés e peixes). As espécies mais capturadas pelos pescadores amadores são: pacu, pintado, cachara, piranha, piavuçu, barbado, dourado, jaú, curimbatá, piraputanga, jurupensém, jurupoca, e tucunaré (peixe da bacia amazônica introduzido em algumas áreas do Pantanal).
Em virtude da abundância e diversidade de peixes, a pesca sempre foi uma atividade econômica tradicional no Pantanal. A partir de meados da década de 80, o setor turístico se estruturou para oferecer transporte, hospedagem e serviços especializados para o pescador amador, que se tornou seu principal cliente. Cerca de 56.000 pescadores amadores, principalmente de São Paulo, Paraná e Minas Gerais, visitaram o Mato Grosso do Sul em 1998. Dados do mesmo período indicam que a maior captura ocorreu nos meses de outubro a novembro (época de cheia), nos rios Paraguai, Miranda, Taquari e Aquidauana.
O Rio Paraná, principal formador da Bacia do Prata, é o décimo maior do mundo em descarga, e o quarto em área de drenagem, drenando todo o centro-sul da América do Sul, até a Serra do Mar, nas proximidades da costa atlântica. Os principais tributários do Rio Paraná são o Grande e o Paranaíba (formadores), Tietê, Paranapanema e Iguaçu. Existem mais de 130 barragens na bacia, considerando apenas aquelas com alturas superiores a 10m, que transformaram o Rio Paraná e seus principais tributários (Grande, Paranaíba, Tietê, Paranapanema e Iguaçu) em uma sucessão de lagos.
O Rio Uruguai nasce na divisa do Rio Grande do Sul com Santa Catarina, na junção dos rios Canoas e Pelotas, e possui cerca de 1500km de extensão. O trecho de 625kmm entre Borba e Uruguaiana é navegável. A pesca amadora ainda não é muito praticada na bacia, apesar do grande potencial.
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Bacia Amazônica
A bacia amazônica é a maior bacia hidrográfica do mundo, com uma drenagem de 5,8 milhões de km², sendo 3,9 milhões no Brasil. Suas nascentes estão localizadas na Venezuela, Colômbia, Peru e Bolívia. No Brasil, abrange os Estados do Amazonas, Pará, Amapá, Acre, Roraima Rondônia e Mato Grosso. Entre os principais afluentes da margem esquerda encontram-se o Japurá, o Negro e o Trombetas; na margem direita, o Juruá, o Purus, o Madeira, o Xingu e o Tapajós.
Os rios amazônicos, com suas praias, restingas, igarapés, matas inundadas, lagos de várzea e matupás (ilhas de vegetação aquática), assim como o estuário, são colonizados por uma enorme diversidade de plantas e animais. A bacia amazônica possui a maior diversidade de peixes do mundo, cerca de 2.500 a 3.000 espécies.
Entre as espécies de peixes esportivos da bacia amazônica encontram-se, apapás, aruanã, bicuda, cachorras, caparari e surubim, dourada, jaú, piraíba, jatuarana e matrinxã, jurupoca, piranhas, pirapitinga, pirarara, tambaqui, traíra e trairão, pescadas, tucunarés e muitos outros. A pesca amadora, famosa pela quantidade e variedade de peixes, geralmente é praticada nos rios, lagos, igarapés, furos e nos igapós. Os rios mais conhecidos e com infra-estrutura para a pesca amadora são os rios Negro, Madeira e Uatumã.
Os rios amazônicos, com suas praias, restingas, igarapés, matas inundadas, lagos de várzea e matupás (ilhas de vegetação aquática), assim como o estuário, são colonizados por uma enorme diversidade de plantas e animais. A bacia amazônica possui a maior diversidade de peixes do mundo, cerca de 2.500 a 3.000 espécies.
Entre as espécies de peixes esportivos da bacia amazônica encontram-se, apapás, aruanã, bicuda, cachorras, caparari e surubim, dourada, jaú, piraíba, jatuarana e matrinxã, jurupoca, piranhas, pirapitinga, pirarara, tambaqui, traíra e trairão, pescadas, tucunarés e muitos outros. A pesca amadora, famosa pela quantidade e variedade de peixes, geralmente é praticada nos rios, lagos, igarapés, furos e nos igapós. Os rios mais conhecidos e com infra-estrutura para a pesca amadora são os rios Negro, Madeira e Uatumã.
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Categoria B
Categoria "B": corresponde a pesca embarcada, que é aquela realizada com embarcação de recreio e usando os mesmos equipamentos, incluindo-se nesta categoria os caçadores submarinos. Custa R$ 60,00 (sessenta reais).
O limite para a captura e transporte de pescado é de 10Kg mais um exemplar para águas continentais e 15 kg mais um exemplar para águas marinhas ou estuarinas por pescador. É importante ressaltar que a Licença de Pesca Amadora não permite a comercialização do pescado. A pesca deve ter apenas finalidade esportiva .
Aqueles que utilizam somente linhada de mão ou vara e anzol simples em pesca desembarcada estão dispensados da taxa.
A licença é pessoal e intransferível e tem validade em todo território nacional pelo prazo de um ano a partir do pagamento.
De acordo com a aprovação da Lei nº 9.605 de fevereiro de 1998, que trata das atividades que causam danos ao meio ambiente, é crime e pode gerar pena de detenção de 01 (um) a 03 (três) anos ou multa, ou ambas as penas cumulativamente, o pescador que:
* pescar em período no qual a pesca seja proibida ou em lugar interditado por órgão competente;
* pescar espécies que devam ser preservadas ou espécimes com tamanhos inferiores aos permitidos;
* pescar quantidades superiores às permitidas ou mediante a utilização de aparelhos, apetrechos, técnicas e métodos não permitidos;
* capturar e transportar peixes com tamanho inferior ao tabelado;
* comercializar o pescado proveniente da pesca amadora.
O limite para a captura e transporte de pescado é de 10Kg mais um exemplar para águas continentais e 15 kg mais um exemplar para águas marinhas ou estuarinas por pescador. É importante ressaltar que a Licença de Pesca Amadora não permite a comercialização do pescado. A pesca deve ter apenas finalidade esportiva .
Aqueles que utilizam somente linhada de mão ou vara e anzol simples em pesca desembarcada estão dispensados da taxa.
A licença é pessoal e intransferível e tem validade em todo território nacional pelo prazo de um ano a partir do pagamento.
De acordo com a aprovação da Lei nº 9.605 de fevereiro de 1998, que trata das atividades que causam danos ao meio ambiente, é crime e pode gerar pena de detenção de 01 (um) a 03 (três) anos ou multa, ou ambas as penas cumulativamente, o pescador que:
* pescar em período no qual a pesca seja proibida ou em lugar interditado por órgão competente;
* pescar espécies que devam ser preservadas ou espécimes com tamanhos inferiores aos permitidos;
* pescar quantidades superiores às permitidas ou mediante a utilização de aparelhos, apetrechos, técnicas e métodos não permitidos;
* capturar e transportar peixes com tamanho inferior ao tabelado;
* comercializar o pescado proveniente da pesca amadora.
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Categoria A
Categoria "A": corresponde a pesca desembarcada, é aquela realizada na beira de um rio, lago ou mar usando linha de mão, puçá, anzóis simples ou múltiplos empregados com caniço simples, carretilhas ou molinetes com isca artificial ou natural e tarrafa. Custa R$ 20,00 (vinte reais).
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